O que mede
O acompanhamento é calculado a partir do modo como o taco desacelera depois do impacto. Um perfil de desaceleração mais longo significa que o taco continua a atravessar e a passar a bola de forma comprometida; um perfil muito curto significa que o corpo e o taco travam ou bloqueiam em torno do impacto. Não é «a que altura terminam as tuas mãos» em vídeo — é se a energia rotacional é cortada de repente ou se é deixada dissipar-se ao longo de um arco natural.
Porque é importante
Um finish completo é sinal de que aceleraste através do impacto, ao passo que um acompanhamento curto significa normalmente que guiaste o taco ou desaceleraste até à bola.
Como melhorar
Compromete-te a fazer swing até um finish equilibrado, com o peso no pé da frente e o peito virado para o alvo, e aguenta a pose enquanto contas até dois.
FULL
O swing mantém-se comprometido através da bola — a energia continua para o alvo depois do pico.
O que significa
A velocidade do taco não colapsa instantaneamente depois do impacto. O decaimento medido é relativamente lento, consistente com um jogador que liberta a bola e continua a rodar até um finish equilibrado, em vez de travar no impacto.
Porque é um problema
Não é um problema. Perder esta qualidade reflete normalmente medo, guiar o taco ou tensão na pega — e aparece nos dados antes de mudares o swing conscientemente.
Causas comuns
- Confiança e compromisso — um acompanhamento completo anda a par de confiares na tacada.
- Bom equilíbrio — consegues rodar para o lado da frente sem ficares para trás.
Como corrigir
- Manutenção — continua a fazer swing até um finish completo, nos exercícios e no campo.
- Intenção para o lado do alvo — pensa através de um ponto no horizonte, não na bola.
SHORT
Uma desaceleração um pouco abreviada — a controlar ou a guiar a batida.
O que significa
O decaimento depois do pico é mais rápido do que em FULL, mas não tão violento como em ABRUPT. Muitos jogadores vivem aqui em swings parciais, em tacadas baixas intencionais, ou quando tentam guiar a face do taco. Como padrão por omissão num swing completo, significa normalmente velocidade retida ou uma intenção precoce de desacelerar.
Porque é um problema
Um acompanhamento curto está muitas vezes correlacionado com:
- Distância perdida — a energia não é transferida na totalidade.
- Manipulação da face — as mãos a tentar salvar a linha de partida no último instante.
- Ponto baixo inconsistente, quando o corpo deixa de rodar.
Causas comuns
- Tentar controlar a trajetória parando o corpo ou os braços depois do impacto.
- Medo de falhar para a esquerda ou para a direita — a guiar em vez de libertar.
- Um ritmo apressado nesse swing — uma transição apressada pode acabar num padrão de bater-e-segurar.
Como corrigir
- Exercício de terminar e aguentar — faz swing até uma pose completa e aguenta-a dois segundos; repete até o relógio tender para FULL em swings a velocidade total.
- Exercício do swoosh — faz com que o som mais alto aconteça para lá da bola; desencoraja travar na bola.
- Faz swing até 60 cm depois da bola — uma porta visual à frente da bola para que o teu ponto baixo e a tua rotação continuem.
ABRUPT
A velocidade morre muito depressa — o clássico «bater e parar», ou chão a mais antes da bola.
O que significa
A velocidade do swing cai a pique logo a seguir ao pico. Em termos de sensação, isso é muitas vezes «parar na bola», virar as mãos e congelar, ou puxar o taco para cima para o guiar. Os sensores veem uma travagem brusca na rotação logo depois da velocidade máxima.
Porque é um problema
Um acompanhamento abrupto está fortemente associado a:
- Fraca transferência de energia — pagas por ela em distância e em compressão.
- Uma face inconsistente — as mãos dominam os últimos instantes.
- Risco de lesão ao longo do tempo — os picos de desaceleração sobrecarregam as articulações quando o corpo não roda até ao fim.
Causas comuns
- Uma tacada fat — o taco crava-se no chão antes da bola, matando instantaneamente a velocidade rotacional. Muito comum em principiantes e em lies apertados.
- Pega de morte — antebraços e pulsos apertam pelo impacto.
- Foco preso na bola — olhos e mente fixam-se no impacto em vez da tarefa para lá dele.
- Extensão precoce ou levantar-se — o corpo estagna, os braços puxam, e depois trava tudo.
Como corrigir
- Pressão de pega — constrói a partir de swings a 3/10; traços abruptos raramente persistem com antebraços verdadeiramente relaxados.
- Faz swing à frente da bola — põe um tee ou uma folha do lado do alvo e apaga-o com a cabeça do taco depois do impacto, em swings de prática.
- Exercício de terminar e aguentar — o mesmo do SHORT: pose em equilíbrio até a forma da desaceleração melhorar.
- Exercício do swoosh — reforça velocidade tardia e som tardio; combina bem com trabalho de aceleração se também vires LINEAR ou picos precoces.
Quando aparece N/A
Em swings muito curtos, ou quando os dados do sensor se cortam junto ao pico, a app não consegue calcular um perfil de desaceleração significativo e mostra N/A. É um limite de medição, não um veredicto sobre o swing.
Notas de interpretação
As leituras de acompanhamento podem ficar ruidosas em tacadas baixas intencionais e em swings de três quartos — compara swings semelhantes dentro de uma sessão. Se ABRUPT aparecer só em tacos longos ou em lies apertados, anota o contexto antes de mudares todo o teu movimento.
Combina-o com a fluidez: JERKY mais ABRUPT gritam normalmente tensão e taco guiado, enquanto SMOOTH mais SHORT pode ser um padrão deliberado de segurar a face, que vale a pena manter para certas tacadas.